Campus Barreiras Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCCs) - Barreiras
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMoraes, Naiara Santiago de-
dc.date.accessioned2026-10-19T14:02:25Z-
dc.date.available2026-10-01-
dc.date.available2026-10-19T14:02:25Z-
dc.date.issued2025-04-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifba.edu.br/jspui/handle/123456789/1292-
dc.description.abstractThe growth of the gluten-intolerant population has health organizations on alert, and there is an increasing need to develop food products that meet the needs of the celiac and/or gluten-intolerant population through foods that guarantee a healthy, tasty and accessible diet for everyone. In the search for alternative foods, passion fruit (Passiflora sp.) is a tropical fruit that is already widely used in the food industry for the production of juices, sweets and desserts obtained from the endocarp, but the mesocarp and epicarp (peel) have been considered waste generated through the processing of these fruits. Studies have shown that these parts of the fruit have nutritional quality and are an alternative for producing healthy food. The aim of this study was to develop gluten-free cookie with formulations containing 20% and 50% passion fruit flour and rice flour. The study was divided into two experiments. Physical analyses (weight, yield, diameter, expansion factor, apparent volume and specific volume) were carried out in the first and second experiments, and physicochemical analyses (moisture, ash, pH, titratable acidity, water activity and soluble solids) and microbiological analyses (total coliform, thermotolerant coliform and mesophilic microorganism counts) in the second experiment. The results showed that the amount of passion fruit flour added did not negatively affect any of the properties analyzed. The formulation with 50% passion fruit flour showed very satisfactory results, equaling or surpassing the control formulation in terms of nutritional and analytical properties.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 United States*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectGlútenpt_BR
dc.subjectSubprodutos vegetaispt_BR
dc.subjectCookie (biscoito)pt_BR
dc.subjectIntolerância alimentarpt_BR
dc.titleProdução e análise do perfil físico, físico-químico e microbiológico de biscoitos tipo cookie isentos de glúten, com farinha mista à base de maracujá (passiflora sp.)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Lima, Fábia Silva de Oliveira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3368885284807222pt_BR
dc.description.resumoO crescimento da população com intolerância ao glúten tem deixado em estado de alerta as organizações de saúde, sendo cada vez mais necessário o desenvolvimento de produtos alimentícios que atendam às necessidades da população celíaca e/ou intolerante ao glúten através de alimentos que garantam uma alimentação saudável, saborosa e acessível a todos. Na busca por alimentos alternativos, o maracujá (Passiflora sp.) é um fruto tropical já bastante utilizado na indústria de alimentos para produção de sucos, doces e sobremesas obtidos do endocarpo, porém o mesocarpo e epicarpo (casca) tem sido considerado um resíduo gerado através do processamento desses frutos. Estudos demonstram que estas partes do fruto apresentam qualidade nutricional em sua composição, sendo uma alternativa para produção de alimentos saudáveis. O objetivo do presente estudo foi o desenvolvimento de biscoitos tipo cookie sem glúten, com formulações contendo 20% e 50% de farinha de maracujá e farinha de arroz. O estudo foi dividido em dois experimentos. Foram realizadas análises físicas (peso, rendimento, diâmetro, fator de expansão, volume aparente e volume específico) no primeiro e segundo experimento, e análises físico-químicas (umidade, cinzas, pH, acidez titulável, atividade de água e sólidos solúveis) e microbiológicas (contagem de coliformes totais, termotolerantes e microrganismos mesófilos) no segundo experimento. Os resultados demonstraram que a quantidade de farinha de maracujá adicionada não afetou negativamente nenhuma das propriedades analisadas. A formulação com 50% de farinha de maracujá apresentou resultados bastante satisfatórios, se igualando ou superando a formulação de controle quanto às propriedades físico-químicas e, perfil físico e microbiológico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Ensino Superior/Bachareladopt_BR
dc.publisher.initialsIFBApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::CIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOSpt_BR
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