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https://repositorio.ifba.edu.br/jspui/handle/123456789/1264Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Almeida Júnior, José Gonçalves de | - |
| dc.date.accessioned | 2026-09-28T15:21:30Z | - |
| dc.date.available | 2026-09-01 | - |
| dc.date.available | 2026-09-28T15:21:30Z | - |
| dc.date.issued | 2026-08-04 | - |
| dc.identifier.citation | AMEIDA JUNIOR, José Gonçalves de. O trabalho como princípio educativo: as beijuzeiras de Areia Branca – Lauro de Freitas/Ba, vivências e resistências. Dissertação (Programa de Pós- Graduação em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT) -- Instituto Federal da Bahia, 2026 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ifba.edu.br/jspui/handle/123456789/1264 | - |
| dc.description.abstract | This dissertation analyzes how the artisanal production and commercialization of beiju carried out by the Beijuzeiras of Areia Branca, a traditional community located in Lauro de Freitas, Bahia, Brazil, constitutes an educational principle by articulating memory, ancestry, orality, territory, and resistance. The study seeks to understand how the knowledge produced through the daily practices of the beiju makers contributes to human development, identity construction, and the preservation of the community’s collective memory. Grounded in historical-dialectical materialism and informed by the works of E. P. Thompson and scholars in the field of work and education, the research was conducted through action research, employing open and semi-structured interviews, participant observation, field notes, document analysis, and experiential engagement within the community. The findings demonstrate that beiju production extends beyond its productive dimension, constituting a space for the intergenerational transmission of knowledge, cultural strengthening, and the development of collective forms of resistance. The analysis also reveals tensions between cultural recognition and the material precariousness of the community’s living conditions. As an educational product, the Historical Booklet of the Beijuzeiras of Areia Branca developed to promote the appreciation of community memory and knowledge in both formal and non-formal educational settings. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 United States | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/ | * |
| dc.subject | Trabalho como Princípio Educativo | pt_BR |
| dc.subject | Beijuzeiras | pt_BR |
| dc.subject | Memória | pt_BR |
| dc.subject | Território | pt_BR |
| dc.subject | Comunidades Tradicionais | pt_BR |
| dc.subject | Work as an Educational Principle; Beijuzeiras; Memory; Territory; Traditional Communities. | pt_BR |
| dc.subject | Work as an Educational Principle | pt_BR |
| dc.subject | Memory | pt_BR |
| dc.subject | Territory | pt_BR |
| dc.subject | Traditional Communities. | pt_BR |
| dc.title | O Trabalho como Princípio Educativo: as Beijuzeiras de Areia Branca – Lauro de Freitas/Ba, vivências e resistências | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4111505409651608 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Santos, Fabiano Brito dos | - |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0001-8769-0427 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6475399824392517 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Santos, Fabiano Brito dos | - |
| dc.contributor.referee2 | Souza, Danilo Almeida | - |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0001-7091-7533 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/9248758011630587 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Godinho, Luís Flávio Reis | - |
| dc.contributor.referee3ID | https://orcid.org/0000-0002-9872-2110 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/2687680171773100 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta dissertação analisa como o trabalho de produção e comercialização artesanal do beiju, desenvolvido pelas Beijuzeiras de Areia Branca, comunidade tradicional localizada em Lauro de Freitas/BA, configura-se como princípio educativo, articulando memória, ancestralidade, oralidade, território e resistência. A pesquisa parte do problema de compreender de que maneira os saberes produzidos nas práticas cotidianas das beijuzeiras contribuem para a formação humana, a construção identitária e a preservação da memória coletiva da comunidade. Fundamentada no materialismo histórico-dialético e em diálogo com E. P. Thompson e autores do campo trabalho-educação, a investigação desenvolveu-se por meio da pesquisa-ação, utilizando entrevistas abertas e semiestruturadas, observação participante, registros de campo, análise documental e vivências no território. Os resultados evidenciam que o trabalho do beiju ultrapassa a dimensão produtiva, constituindo espaço de transmissão intergeracional de saberes, fortalecimento cultural e elaboração de formas coletivas de resistência. As análises também revelam tensões entre reconhecimento cultural e precarização material das condições de vida da comunidade. Como produto educacional, foi elaborada a Cartilha Histórica das Beijuzeiras de Areia Branca, voltada à valorização da memória e dos saberes comunitários em espaços formais e não formais de educação. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica(ProfEPT) | pt_BR |
| dc.publisher.program | Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | IFBA | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEM | pt_BR |
| dc.relation.references | ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de (org.). Cadernos de debates Nova Cartografia Social: territórios quilombolas e conflitos. Manaus: Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia/UEA Edições, 2010. BAHIA. Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais. Governos aceleram processo de regularização fundiária na comunidade quilombola Quingoma. Salvador: SEPROMI, 25 jan. 2016. Atualizado em 28 mar. 2024. Disponível em: https://www.ba.gov.br/sepromi/noticia/2024-03/1403/governos- aceleram-processo-de-regularizacao-fundiaria-na-comunidade-quilombola. Acesso em: 11 ago. 2026. BAHIA. Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais. Reunião discute regularização fundiária da comunidade quilombola Quingoma. Salvador: SEPROMI, 8 jul. 2016. Atualizado em 28 mar. 2024. Disponível em: https://www.ba.gov.br/sepromi/noticia/2024-03/1440/reuniao-discute- regularizacao-fundiaria-da-comunidade-quilombola-quingoma. 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