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https://repositorio.ifba.edu.br/jspui/handle/123456789/1144| metadata.dc.type: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Suicídio e redes sociais: espetacularização da morte ou da vida? |
| metadata.dc.creator: | Santos, Everson da Conceição |
| metadata.dc.contributor.advisor1: | Araújo, Jordânia Barbosa |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Araújo, Jordânia Barbosa |
| metadata.dc.contributor.referee2: | Frutuoso, Hortevan Marrocos |
| metadata.dc.contributor.referee3: | Henrique, Jalisson dos Santos |
| metadata.dc.description.resumo: | O suicídio é caracterizado como uma grave crise de saúde pública do século XXI, um fenômeno complexo que transcende fronteiras geográficas, culturais e socioeconômicas. Enquanto visões religiosas ou tradicionais muitas vezes o condenam moralmente, a perspectiva médica e científica o entende como a manifestação extrema de um sofrimento psíquico profundo. Essa dualidade de percepções gera estigmas e uma representação social fragmentada, dificultando a compreensão das suas causas multifatoriais e destacando a urgência de superar tabus para abordar o tema de forma crítica, articulando dimensões socioculturais, psicológicas e de saúde coletiva. A representação do suicídio na mídia e no entretenimento tem um impacto direto e mensurável no comportamento, explicado por dois efeitos antagônicos. O "Efeito Werther", batizado em referência a uma obra de Goethe, descreve o aumento de casos por imitação após a divulgação irresponsável de suicídios, especialmente de figuras públicas. Em contrapartida, o "Efeito Papageno" demonstra que narrativas que focam na superação da crise e na busca por ajuda podem ter um efeito preventivo, salvando vidas. Além disso, o tema é cercado por um forte tabu social, com raízes em condenações religiosas históricas (como no Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Hinduísmo e Budismo) e até na criminalização em alguns países, embora não no Brasil, onde apenas a indução ou auxílio são crimes. O ambiente digital, particularmente as redes sociais, tornou-se um palco crítico para essa questão. Seus algoritmos, projetados para maximizar o engajamento e o tempo de tela, podem criar "bolhas" que expõem usuários vulneráveis a conteúdos nocivos e comunidades que romantizam o suicídio, potencializando pensamentos autodestrutivos. Com base nesses aspectos se faz necessário um estudo de como as redes sociais influenciam nos comportamentos suicidas de adolescentes e jovens em meio a esse ambiente tão presente em suas vidas quanto as redes sociais. |
| Resumo: | Suicide is characterized as a serious public health crisis of the 21st century, a complex phenomenon that transcends geographic, cultural, and socioeconomic boundaries. While religious or traditional views often condemn it morally, the medical and scientific perspective understands it as the extreme manifestation of deep psychological suffering. This duality of perceptions generates stigma and a fragmented social representation, making it difficult to fully understand its multifactorial causes and highlighting the urgency of overcoming taboos to address the issue critically, integrating sociocultural, psychological, and public health dimensions.The portrayal of suicide in the media and entertainment has a direct and measurable impact on behavior, explained by two opposing effects. The "Werther Effect," named after a work by Goethe, describes the increase in cases due to imitation following the irresponsible coverage of suicides, especially those involving public figures. Conversely, the "Papageno Effect" demonstrates that narratives focusing on overcoming crises and seeking help can have a preventive impact, saving lives.Moreover, the subject is surrounded by strong social taboos, rooted in historical religious condemnations (such as in Christianity, Judaism, Islam, Hinduism, and Buddhism) and even in the criminalization of suicide in some countries—though not in Brazil, where only inducement or assistance is considered a crime.The digital environment, particularly social media, has become a critical stage for this issue. Algorithms designed to maximize engagement and screen time can create “bubbles” that expose vulnerable users to harmful content and communities that romanticize suicide, intensifying self-destructive thoughts. Based on these aspects, it is necessary to study how social networks influence suicidal behaviors among adolescents and young adults, in an environment as present in their lives as social media itself. Keywords: suicide, internet, social networks, capitalism, mental health. |
| Palavras-chave: | Redes sociais Internet Suicídio Comportamento humano Capitalimo |
| metadata.dc.subject.cnpq: | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA |
| metadata.dc.language: | por |
| metadata.dc.publisher.country: | Brasil |
| Editor: | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia |
| metadata.dc.publisher.initials: | IFBA |
| metadata.dc.publisher.department: | Departamento de Ensino Superior/Licenciatura |
| Citação: | SANTOS, Everson da Conceição. Suicídio e redes sociais: espetacularização da morte ou da vida? 2025. 44 f. TCC (Graduação) - Curso de Licenciatura em Computação, Campus Valença, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Valença, 2025. |
| metadata.dc.rights: | Acesso Aberto |
| metadata.dc.rights.uri: | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/ |
| URI: | https://repositorio.ifba.edu.br/jspui/handle/123456789/1144 |
| Data do documento: | 3-Set-2025 |
| Aparece nas coleções: | Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCCs) - Valença |
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